Aprendendo a lidar com as perdas. Existe uma forma de enfrentá-las?

Todos gostariam de ter uma chave para ligar no momento de uma perda, a chave do esquecimento, e ligá-la novamente somente após a dor passar, mas isso infelizmente não é possível, as perdas e lutos grandes ou pequenos que temos que enfrentar são uma oportunidade de nos reinventar sempre.

Uma perda pode ser a morte de uma familiar, de uma pessoa especial , o rompimento de uma relação de amizade ou relacionamento afetivo, a perda de um trabalho, de uma situação em que já estávamos habituados, de uma convicção antiga,  enfim, tudo que nos faça sentir que algo mudou, que já não é mais igual, e que talvez nunca mais possa ser recuperado.

Em geral a sensação é de vazio e tristeza. Vazio por esse “espaço” que fica desocupado, e tristeza por algo que não é mais. Além disso, muitos outros sentimentos e emoções podem também aparecer como a culpa, a frustração, a impotência…

Dependendo de como vivenciamos as perdas, elas podem seguir presentes na nossa vida indefinidamente, passando de uma tristeza crônica a um quadro de Transtorno Depressivo, sendo necessário tratamento. A forma como lidamos com essas perdas  depende de vários fatores, entre eles os fatores genéticos, de nosso temperamento e do meio em que estamos inseridos, ou seja, como fomos ensinados a enfrentar as adversidades. Por isso elas variam muito de pessoa a pessoa.

Independente dessas diferenças individuais, nós passamos por fases, chamadas de fases do luto emocional, onde, em maior ou menor grau sentimos algumas sensações que são comuns a todos os indivíduos, e que fazem parte do processo de superação.  Essas fases são a negação, a raiva, a negociação ou barganha, a depressão e a aceitação. Todas são necessárias a  elaboração mental desse luto gerado pela perda, e podemos ir e vir, transitando entre uma e outra várias vezes até o final do processo.

Sabendo isso, é importante estarmos  atentos a nós mesmos enquanto passamos por um processo de luto, ou às pessoas ao nosso redor que estão passando por isso. O que ocorre é que às vezes podemos ficar estacionados em uma ou outra fase, e isso se torna patológico. É por exemplo aquela pessoa que perdeu alguém da família e nunca superou apesar da passagem dos anos, ou aquele término de romance que virou assunto tabu porque apesar de haver passado já muito tempo, continua doendo. Essas situações que vemos como normais, na verdade nos indicam que não houve o fechamento emocional do que aconteceu. Permanecem como feridas abertas que exigem grande demanda de energia de nossa mente para que não causem dor.

Precisamos cuidar de nossas emoções como cuidamos de nosso corpo, e sendo assim, buscar ajuda se vemos que não podemos lidar sozinhos com as perdas do nosso caminho. Nada substitui o que foi perdido, mas se pode reconstruir novamente no vazio que foi deixado. Caso se encontre nessa situação ou saiba de alguém que se encontra,  busque um psicólogo que é quem pode indicar o melhor tratamento.

 

Você já sentiu algo assim em algum momento da sua vida?
Superou ou ainda percebe que este luto não finalizou.
Quantos momentos, tristezas exigem de nós um novo aprendizado e como pode ser insuportável esta dor.
Entre em contato e compartilhe conosco um pouco da sua história, ou agende uma conversa sem custo com um dos nossos psicólogos.
Com certeza você irá superar este momento e reaprender…

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